segunda-feira, 20 de junho de 2011

Yule !!!Solstício de Inverno!







Yule

Primeiro dia do inverno (Solstício do Inverno).
Em 2010, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 21/Jun às 02h46min (Horário de Brasília).

Também conhecido como Natal, Ritual de Inverno, Meio do Inverno, Yule e Alban Arthan, o Sabbat do Solstício do Inverno é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. é o festival do renascimento do sol e o tempo de glorificar o Deus. (O aspecto do Deus invocado nesse Sabbat por certas tradições wiccanas é Frey, o deus escandinavo da fertilidade, deidade associada à paz e à prosperidade.) São também celebrados o amor, a união da família e as realizações do ano que passou.

Nesse Sabbat os Bruxos dão adeus à Grande Mãe e bendizem o Deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno correspondia à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade pagãos e a vários ritos de adoração ao sol.

Os costumes modernos que estão associados ao dia cristão do Natal, como a decoração da árvore, o ato de pendurar o visco e o azevinho, queimar a acha de Natal, são belos costumes pagãos que datam da era pré-cristã. (O Natal, que acontece alguns dias após o Solstício de Inverno e que celebra o nascimento espiritual de Jesus Cristo, é realmente a versão cristianizada da antiga festa pagã da época do Natal.)

A queima da acha de Natal originou-se do antigo costume da fogueira de Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de uma acha e por longas velas vermelhas gravadas com esculturas de motivos solares e outros símbolos mágicos. Como o carvalho era considerado a árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a acha de Natal é tradicionalmente de carvalho. Algumas tradições wiccanas usam a acha de pinheiro para simbolizar os deuses agonizantes Attis, Dionísio ou Woden. Antigamente as cinzas da acha de Natal eram misturadas à ração das vacas, para auxiliar numa reprodução simbólica, e eram espargidas sobre os campos para assegurar uma nova vida e uma Primavera fértil.

Pendurar visco sobre a porta é uma das tradições favoritas do Natal, repleta de simbolismo pagão, e outro exemplo de como o Cristianismo moderno adaptou vários dos costumes antigos da Religião Antiga dos pagãos. O visco era considerado extremamente mágico pelos druidas, que o chamavam de "árvore Dourada". Eles acreditavam que ela possuía grandes poderes curadores e concedia aos mortais o acesso ao Submundo. Houve um tempo em que se pensava que a planta viva, que é na verdade um arbusto parasita com folhas coriáceas sempre verdes e frutos brancos revestidos de cera, era a genitália do grande deus Zeus, cuja árvore sagrada é o carvalho. O significado fálico do visco originou-se da idéia de que seus frutos brancos eram gotas do sêmen divino do Deus em contraste com os frutos vermelhos do azevinho, iguais ao sangue menstrual sagrado da Deusa. A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal. Nos tempos antigos, as orgias de êxtase sexual acompanhavam freqüentemente os ritos do deus-carvalho; hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito.

A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é costume que se desenvolveu dos bosques de pinheiro associados à Grande Deusa Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na árvore Cósmica da Vida. Representam também as almas que já partiram e que são lembradas no final do ano. Os presentes sagrados (que evoluíram para os atuais presentes de Natal) eram também pendurados na árvore como oferendas a várias deidades, como Attis e Dionísio.

Outro exemplo das raízes pagãs das festas de Natal está na moderna personificação do espírito do Natal, conhecido como Santa Claus (o Papai Noel) que foi, em determinada época, o deus pagão do Natal. Para os escandinavos, ele já foi conhecido como o "Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o Deus Sol, que renascia na época do Solstício de Inverno.

Colocar bolos nos galhos das macieiras mais velhas do pomar e derramar sidra como uma libação consistiam num antigo costume pagão da época do Natal praticado na Inglaterra e conhecido como "beber à saúde das árvores do pomar". Diz-se que a cidra era um substituto do sangue humano ou animal oferecido nos tempos primitivos como parte de um rito de fertilidade do Solstício do Inverno. Após oferecer um brinde à mais saudável das macieiras e agradecer a ela por produzir frutos, os fazendeiros ordenavam às árvores que continuassem a produzir abundantemente.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Inverno são o peru assado, nozes, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, gemada e vinho quente com especiarias.

Incensos: louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: olho-de-gato e rubi.
Ervas ritualísticas tradicionais: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.
Ritual do Sabbat Yule

Comece erguendo um altar voltado para o norte. Em torno dele, trace um círculo com cerca de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Decore o altar com azevinho, visco ou qualquer outra erva sagrada para este Sabbat.

Coloque uma vela de altar branca no centro do altar. à sua esquerda coloque um cálice com vinho tinto ou sidra e um incensório. Qualquer uma das seguintes fragrâncias de incenso é apropriada para esse ritual: louro, cedro, pinho ou alecrim. à direita da vela coloque um punhal consagrado e um prato com sal. Por trás do altar, um galho de carvalho de Natal com 13 velas vermelhas e verdes enfeitando-o.

Pegue o punhal com a mão direita e tire um pouco de sal com a ponta da lâmina. Deixe-o cair no círculo. Repita três vezes e diga: 
ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SAGRADO DO SABBAT EM NOME DO GRANDE DEUS. O SENHOR DIVINO DAS TREVAS E DA LUZ, O DEUS DA MORTE E DE TODAS AS COISAS DO ALéM, ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SABRADO DO SABBAT EM SEU NOME.

Coloque o punhal de volta em seu lugar no altar. Após acender o incenso e a vela, mais uma vez pegue o punhal com a mão direta. Mergulhe a lâmina no cálice e diga: 
OH GRANDE DEUSA, MãE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS, NóS NOS DESPEDIMOS, POIS VAMOS DESCANSAR. ABENçOADO SEJA! E NóS TE DAMOS AS BOAS-VINDAS, OH GRANDES DEUS DA CAçA, PAI TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENçOADO SEJA! áGUA, AR, FOGO, TERRA, NóS CELEBRAMOS O RENASCIMENTO DO SOL. NESTA NOITE ESCURA, A MAIS LONGA, ACENDEMOS O LUME DAS VELAS SAGRADAS.

Coloque o punhal de volta no altar. Pegue o cálice com ambas as mãos e, enquanto o leva aos lábios, diga: 
BEBO ESTE VINHO EM HONRA A TI, OH DEUS DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. AGRADECEMOS A TI PELA LUZ DO SOL. SALVE, OH GRANDE CORNíFERO!

Beba o vinho e coloque o cálice no seu lugar no altar. Acenda as 13 velas no ramo da árvore de Natal e encerre o Ritual do Solstício de Inverno, dizendo: 
O FOGO DO RAMO SAGRADO DO NATAL ARDE, A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. QUE ASSIM SEJA!

Celebre, com alegria, num banquete com a família e os amigos até que a última vela da árvore se apague.
Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich 

Litha ou MidSummer!!O Solstício de Verão!

 Uma antiga celebração Solar:

Quase todas as sociedades agrícolas marcaram o ponto alto do verão de alguma maneira, forma ou formulário.Nesta data - geralmente em torno de 21 de junho ou 22 - o sol atinge o seu zénite no céu.É o dia mais longo do ano, e o ponto em que o sol parece apenas pendurar lá sem movimento - na verdade, a palavra "solstício" provém da palavra latina solstitium , que se traduz literalmente como o "sol fica parado." viaja do sol foram marcados e registrados.Círculos de pedra como Stonehenge foram orientados a destacar o nascer do sol no dia do solstício de verão.

Viajando pelo Tempo :

Apesar de poucas fontes primárias estão disponíveis detalhando as práticas dos antigos celtas, algumas informações podem ser encontradas nas crônicas mantida pelos primeiros monges cristãos.Alguns desses escritos, combinado com sobreviventes folclore, indicam que Midsummer foi celebrado com fogueiras  e que era um momento para homenagear o espaço entre a terra e os céus.

Fogo e Água:

Além da polaridade entre a terra eo céu, Litha é um tempo para encontrar um equilíbrio entre fogo e água.De acordo com Ceisiwr Serith , em seu livro A Família Pagã , tradições européias comemoradas nesta época do ano, definindo as grandes rodas de fogo e, em seguida, rolando-os para baixo de uma colina em um corpo de água.Ele sugere que isso pode ser porque este é quando o sol está mais forte mas também o dia em que começa a enfraquecer.Outra possibilidade é que a água atenua o calor do sol, e subordinando a roda solar para água pode prevenir a seca.

Tradições Saxonicas:

Quando chegaram nas ilhas britânicas, os invasores saxões trouxeram consigo a tradição de chamar o mês de junho Aerra Litha .Eles marcaram de Verão, com grandes fogueiras que celebrava o poder do sol sobre as trevas.Para as pessoas nos países escandinavos e nos alcances mais longe do Hemisfério Norte, Verão era muito importante.As horas quase infinitas de luz em junho são um feliz contraste com a escuridão constante encontrado seis meses mais tarde, no meio do inverno .

Festivais romanos:

Os romanos, que tinham um festival para tudo e qualquer coisa, comemorado este tempo como sagrado para Juno, a esposa de Júpiter e deusa das mulheres e do parto.Ela também é chamada de Juno Luna e abençoa as mulheres com o privilégio da menstruação.O mês de junho foi nomeado para ela, e porque Juno era a padroeira de casamento, o mês continua a ser um tempo cada vez mais popular para casamentos.Nesta época do ano também foi sagrado para Vesta, deusa da lareira.A matrona de Roma entrou em seu templo no Verão e fez oferendas de comida salgada por oito dias, na esperança de que ela iria conferir suas bênçãos sobre suas casas.

Midsummer para Pagãos modernos:

Litha tem sido muitas vezes uma fonte de discórdia entre os modernos grupos pagãos e Wiccan, porque sempre houve uma pergunta sobre  se o Festival do Solstício de Verão foi realmente celebrado pelos antigos.Embora existam evidências de acadêmicas para indicar que ele foi de fato observado, houve sugestões feitas por Gerald Gardner , o fundador da Wicca moderna, que os festivais solares (solstícios e equinócios) eram realmente adicionado mais tarde e importadas do Oriente Médio.Independentemente das origens, muitos Wiccans modernos e pagãos optam por comemorar Litha a cada ano em junho.
Em algumas tradições, Litha é um tempo em que há uma batalha entre a luz ea escuridão.O rei Oak é visto como o governante do ano entre solstício de inverno e solstício de verão , eo Rei Holly do verão para o inverno.A cada solstício lutam pelo poder, e enquanto o rei Oak pode ser responsável por coisas no início de junho, até o final do Verão, ele é derrotado pelo rei Holly.
Esta é uma época do ano de brilho e calor.Culturas estão crescendo em seus campos com o calor do sol, mas pode exigir água para mantê-los vivos.O poder do sol no Verão é a sua mais potente, ea terra é fértil, com a generosidade da vida crescendo.
Para wiccanos e pagãos contemporâneos, este é um dia de poder interior e brilho.Encontrar-se num local calmo e meditar sobre as trevas ea luz, tanto no mundo e em sua vida pessoal.Celebrar a virada da Roda do Ano com fogo e água, dia e noite, e outros símbolos do triunfo da luz sobre as trevas.
Litha é um grande momento para celebrar ao ar livre, se tiver filhos.Levá-los nadar, e depois ter uma fogueira ou churrasco no final do dia.Deixá-los ficar até tarde para dizer boa noite ao sol, e celebrar o anoitecer  contando histórias e cantando música.Este é também um Sabbat ideal para fazer alguma magia do amor ou comemorar um handfasting , desde que Junho é o mês dos casamentos e da família.


Litha-Solstício de Verão

 
 

Primeiro dia do verão (Solstício do Verão).
Em 2009, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 21/Dez às 14h47min (Horário de Brasília, não considerando o Horário de Verão).

O Solstício do Verão (ou Meio do Verão, Alban Hefin ou Litha), também conhecido como Dia de São João, na Europa, marca do dia mais longo do ano, quando o Sol está no seu zênite. Para os Bruxos e os Pagãos, esse dia sagrado simboliza o poder do sol, que marca um importante ponto decisivo da Grande Roda Solar do Ano, pois, após o Solstício do Verão, os dias se tornam visivelmente mais curtos.

Em certas tradições wiccanas, o Solstício do Verão simboliza o término do reinado do ano crescente do Deus Carvalho, que é, então, substituído pelo seu sucessor, o Deus Azevinho do ano decrescente. (O Deus Azevinho reinará até o Sabbat do Inverno do Natal, o dia mais curto do ano.)

O Solstício do Verão é uma época tradicional, em que os Bruxos colhem as ervas mágicas para encantamentos e poções, pois acredita-se que o poder inato das ervas é mais forte nesse dia. é o momento ideal para as divinações, os rituais de cura e o corte de varinhas divinas e dos bastões. Todas as formas de magia (especialmente as do amor) são também extremamente potentes na véspera do Solstício do Verão, e acredita-se que aquilo que for sonhado nessa noite se tornará verdade para quem sonhar.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Verão são vegetais frescos, frutas do verão, pão de centeio integral, cerveja e hidromel.
Incensos: olíbano, limão, mirra, pinho, rosa e glicínia.Cores das velas: azul, verde.Pedras preciosas sagradas: todas as pedras verdes, especialmente a esmeralda e o jade.Ervas ritualísticas tradicionais: camomila, cinco-folhas, sabugueiro, funcho, cânhamo, espera, lavanda, feto masculino, artemísia, pinho, rosas, erva-de-são-joão, tomilho selvagem, glicínia e verbena.

Ritual do Sabbat Litha

O ritual que se segue é tradicionalmente realizado pelos Bruxos numa clareira na floresta, num grande jardim afastado, no topo de uma colina ou em qualquer outro lugar da Natureza. Comece arrumando pedras no chão para formar um grande círculo com cerca de 3m de diâmetro. Com uma espada cerimonial consagrada ou uma longa vareta de madeira (preferivelmente uma vara de sorveira recentemente cortada), trace o símbolo poderoso e altamente mágico de um pentáculo (estrela de cinco pontas) dentro de círculo de pedras. Acenda cinco velas verdes para simbolizar os poderes da Natureza e a fertilidade, e coloque uma em cada ponta do pentagrama, começando pelo leste e continuando em movimento destrógiro.

Monte um altar ou coloque uma pedra grande e achatada no centro do pentagrama voltada para o norte, como um altar, e, sobre ela, uma estátua representando a Deusa. Em cada lado dela, acenda uma vela branca de altar. No ponto cardeal correspondente ao Ar, coloque um sino de latão, consagrado, e um incensório de olíbano com incenso de mirra. No ponto cardeal correspondente à Água, coloque um cálice com vinho, um pequeno prato com sal e uma pequena tigela com água (preferivelmente água fresca da chuva).

Observação:

A associação dos elementos com os quadrantes não é um modelo fixo, apenas um padrão.

As conexões com os quadrantes varia muito de lugar para lugar, de tradição para tradição. Existe a associação "padrão" Norte-Terra, Sul-Fogo, Oeste-Água e Leste-Ar porque para os europeus:
. o Norte é a terra escura, misteriosa, de onde "vinham os deuses"
. o Sul é de onde vem o calor, pois é onde fica a linha do Equador para eles
. o Oeste tem o oceano (água)
. o Leste traz os ventos do continente

Foi assim que eles fizeram essas relações. Nada impede que cada pessoa, tradição ou coven modifique isso de acordo com o lugar em que estão. Por exemplo, no Brasil faria mais sentido, seguindo as mesmas associações acima, o Fogo ao Norte, a Terra ao Sul, a Água a Leste e o Ar a Oeste. O que importa é manter as oposições: Terra/Fogo e Água/Ar.


Abençoe o vinho, cobrindo o cálice com as palmas das mãos, enquanto diz: 
EU CONSAGRO E ABENÇÔO ESTE VINHO SOB O NOME DIVINO DA DEUSA. Salpique um pouco de sal e algumas gotas de água sobre o sino de latão, para abençoá-lo, e diga: COM SAL E ÁGUA EU CONSAGRO E ABENÇÔO ESTE SINO SOB O NOME DIVINO DA DEUSA. ABENÇOADO SEJA.

Acenda o olíbano e a mirra. Levante os braços para o céu, feche os olhos e preencha a sua mente com pensamentos e visões agradáveis da Deusa Mãe, enquanto diz: 
OH, ABENÇOADA MÃE TERRA, DEUSA-VENTRE, CRIADORA DE TUDO, A TI É CONSAGRADO ESTE CÍRCULO SAGRADO. EM TEU NOME SAGRADO E SOB A TUA PROTEÇÃO INICIA-SE ESTE RITUAL DO SABBAT.

Faça soar o sino três vezes e invoque: 
ESPÍRITO FEMININO SAGRADO DO AR, VIRGEM DO FOGO, BELA E FORMOSA, MÃE TERRA, DOADORA DE VIDAS, ANCIÃ DA ÁGUA, SEM IDADE E SÁBIA, EU INVOCO A TUA DIVINA IMAGEM. Coloque o sino de volta no altar de pedra e, então, com ambas as mãos. Leve o cálice de vinho aos lábios. Beba um pouco dele e derrame o restante no centro do pentagrama, como libação à Deusa, enquanto diz: EU DERRAMO ESTE VINHO ABENÇOADO COMO UMA OFERENDA A TI, OH GRACIOSA DEUSA DO AMOR, DA FERTILIDADE E DA VIDA.

Coloque o cálice vazio de volta no altar. Novamente faça soar o sino três vezes e diga: 
COM O SOL NO SEU ZÊNITE EU REALIZO ESTE RITUAL DO SOLSTÍCIO EM HONRA A TI, OH GRANDE DEUSA. E EM TEU SAGRADO NOME EU AGORA DOU GRAÇAS. À MEDIDA QUE OS DIAS BRILHANTES COMEÇAM A ENFRAQUECER O TEU AMOR DIVINO E OS TEUS PODERES DE CURA CRESCEM MAIS FORTES.

Ajoelhe-se diante do altar. Ofereça mais incenso. Faça soar o sino em honra à Deusa e, então, diga em voz alta e em tom alegre: 
ABENÇOADA SEJA A DEUSA! ABENÇOADA SEJA A DEUSA! A DEUSA É VIDA. A DEUSA É AMOR, ELA FAZ GIRAR A GRANDE RODA SOLAR QUE MUDA AS ESTAÇÕES E TRAZ NOVA VIDA PARA O MUNDO. ABENÇOADA SEJA A DEUSA! ABENÇOADA SEJA A DEUSA! A DEUSA É A LUA E AS ESTRELAS. A DEUSA É O CICLO DAS ESTAÇÕES. ELA É A VIDA, ELA É A MORTE, ELA É O RENASCIMENTO. ELA É O DIA, ELA É A NOITE, ELA É A ESCURIDÃO, ELA É A LUZ, ELA É TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. ASSIM SEJA.

O Ritual do Solstício do Verão deve ser seguido de um banquete de alegria e do canto feliz de músicas folclóricas mágicas pagãs e/ou da recitação de poesia inspirada na Deusa. O Solstício do Verão é o momento tradicionalmente propício à colheita de ervas mágicas para encantamentos e poções (especialmente as da magia do amor). é também o tempo ideal para realizar divinações e rituais de cura, e para cortar varetas e bastões de divinação.
Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich 



Olá!Hoje vim agradecer...

Hoje eu vim agradecer a todos os leitores aqui do blog,que vem me ajudando muito com sua força e presença!
Obrigada a todos que postaram seus comentários aqui!É muito bom ver esse trabalho que faço com tanto carinho ser reconhecido por vocês!Esse é o meu melhor presente!É tudo o que queria,é meu verdadeiro objetivo poder ajudar na caminhada e caminhar junto com vocês!
Novamente obrigada pelos comentários,e espero contar sempre com vocês para me ajudar a fazer um trabalho cada vez melhor!
Que os Deuses nos abençoem com sua infinita sabedoria e iluminem nossa caminhada!
Beijos de Luz e Amor!
Carol Rego

domingo, 5 de junho de 2011

Olá!Abençoados Sejam!

Amores,sei que fiquei um tempo sem escrever aqui no blog,mas é que a vida anda muito corrida,vou estar postando por aqui sempre que der!
Estou estudando muito ,em fase final da minha pós graduação,por isso,ando muito ocupada!Mas morro de saudades!
Gostaria muito de agradecer a todos vocês que prestigiam o Magicando... e dizer também que quem tiver o interesse de postar seus textos e idéias por aqui é muito bem vindo,as dúvidas também,se quiserem saber sobre algum assunto em particular,é  só me mandar um email ou no quadro de mensagens aqui do blog e pedir o assunto que eu farei o possível para postar aqui,depois de uma pesquisa.Bom hoje é só!Um Beijo e um Abraço iluminado!Que os Deuses abençoem e iluminem nosso caminho!
Carol Rego!